Batman: Arkham City faz 15 anos e segue sem rival entre os jogos do Batman

Em retrospectiva, o Polygon defende que o jogo da Rocksteady lançado em 2011 continua sendo o último Batman amado por praticamente todos os fãs.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Batman de Arkham City de capa e capuz observa a skyline noturna de Gotham City, com prédios iluminados e nuvens escuras

Imagem: reprodução/Polygon

Batman: Arkham City fez 15 anos em 18 de outubro, e o Polygon usou a data para sustentar uma tese: o jogo da Rocksteady continua no topo entre os games de super-herói e é o último Batman amado por praticamente todo mundo.

A análise é opinativa, mas traz dados concretos sobre o que veio antes e depois do título.

De hospício a cidade aberta

Arkham Asylum, de 2009, chegou numa época em que jogos de super-herói costumavam ser adaptações esquecíveis de filmes. Havia exceções, como X-Men Origins: Wolverine, mas a maioria era fraca. O primeiro Arkham partiu de uma ideia original de Paul Dini, roteirista de Batman: The Animated Series, e preparou o terreno para a sequência.

Arkham City abriu o cenário. Em vez dos corredores do hospital psiquiátrico, o jogador ganha uma parte inteira de Gotham para circular, com encontros aleatórios com inimigos, chefes avulsos e uma quantidade enorme de troféus do Charada.

A influência nos concorrentes

Para o Polygon, a Rocksteady escreveu uma cartilha que outros estúdios seguiram. Os jogos do Homem-Aranha da Insomniac e Middle-earth: Shadow of Mordor tomaram emprestado o combate fluido, baseado em contra-ataques e combos. A furtividade também funciona, com Batman caçando capangas a partir das sombras.

O site chega a afirmar que jogar Marvel's Spider-Man 2, lançado 12 anos depois, não é muito diferente de jogar Arkham City.

Os sucessores

Arkham Origins, de 2013, foi feito pela WB Games Montréal e, na avaliação do Polygon, é uma imitação sem o brilho do original. Arkham Knight chegou mais perto, mas tem falhas apontadas pelo site. O Coringa aparece apenas como alucinação na cabeça do herói, o Cavaleiro de Arkham acabou sendo uma releitura de Jason Todd, o Capuz Vermelho, e o Batmóvel pesa demais, mais tanque que carro, o que destoa da regra de o herói não usar armas nem matar.

O melhor Batman desde a série Arkham, segundo o Polygon, é Lego Batman: Legacy of the Dark Knight, deste ano. Em boa parte porque imita o que os jogos da Rocksteady faziam, só que numa versão para crianças e feita de Lego.

Uma série parada

Arkham City vendeu mais de 12 milhões de cópias, de acordo com o Polygon. Mesmo assim, a Rocksteady e a Warner Bros. deixaram a franquia de lado depois de Arkham Knight, com exceção de dois jogos de VR.

A WB Games Montréal fez Gotham Knights, que o site descreve como malrecebido. A Rocksteady passou anos em Suicide Squad: Kill the Justice League, classificado pelo Polygon como fracasso de jogo-serviço.

Em 2025, relatos disseram que o estúdio queria fazer um Batman single-player. Um rumor, sem confirmação oficial, diz que o jogo teria Terry McGinnis, o Batman do Futuro (Batman Beyond).

Para o Polygon, nenhum outro jogo de super-herói alcança os pontos altos de Arkham City.

Ficha rápida

Lançamento
18 de outubro de 2011
Desenvolvedora
Rocksteady Studios
Editora
Warner Bros.

Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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