Attack on Titan 3 cobre o anime inteiro e deixa lutar contra os Nove Titãs
Em prévia de três horas, a TheGamer testou o jogo da Koei Tecmo, que chega em 10 de dezembro de 2026, e elogiou combate e movimento, mas criticou a direção de arte.

Imagem: reprodução/TheGamer
Attack on Titan 3, da Koei Tecmo, será o primeiro jogo da série a cobrir a história do anime até o fim. A TheGamer jogou cerca de três horas da versão e publicou suas impressões em 29 de outubro. O lançamento está marcado para 10 de dezembro de 2026.
Os dois jogos anteriores ficaram na primeira temporada. O segundo acrescentou a segunda e um final não canônico. Este é o terceiro a recomeçar do início, agora indo até a conclusão da obra de Hajime Isayama.
Um personagem de outra geração
Como no segundo jogo, o jogador cria o próprio protagonista, com história de fundo. A diferença é que ele não pertence à 104ª Tropa de Cadetes. Vem da geração anterior, a de Levi Ackerman e Zoë Hange, e comanda Eren, Mikasa e os demais pelos grandes momentos da trama.
O repórter Sam Woods começou pelo arco Struggle for Trost. Segundo ele, o deslocamento pelas ruas da cidade parece natural, embora fique abaixo do de Marvel's Spider-Man. O combate exige mais: é preciso mirar em partes do corpo dos titãs para enfraquecê-los e só então atacar a nuca. Os de quatro metros caem com um golpe. Os maiores aguentam muito mais, e Woods admite ter penado no início.
Na missão de escoltar Eren em forma de titã, carregando a pedra até o portão, o jogador escolhe entre salvar companheiros presos por titãs, que podem ser recrutados depois, ou proteger Eren.
Intervalo entre as missões
Para Woods, a surpresa foi o que acontece fora da luta. Entre as missões dá para melhorar equipamentos, planejar a retomada de terras de Paradis e participar de chás com os soldados, no estilo de Fire Emblem: Three Houses. O diretor Hayato Iwata contou que a equipe usou a experiência da Koei Tecmo com Fire Emblem para criar a mecânica. Ela aprofunda os personagens e fortalece os laços entre os esquadrões, o que se reflete no campo de batalha.
Raid on Liberio e os Nove Titãs
A segunda parte da prévia, com spoilers da temporada final, levou Woods à Raid on Liberio. É a primeira vez que a série permite enfrentar os Nove Titãs. A missão colocou o jogador diante do Titã Colossal Cart de Pieck, do Titã Mandíbula de Porco, do Titã Bestial de Zeke e do Titã Martelo de Guerra da família Tybur, o centro da luta.
O jogo muda o cânone: com Eren fora de combate, o protagonista e Mikasa encaram o Martelo de Guerra de frente. As Thunderspears foram úteis na batalha.
Direção de arte divide a impressão
A crítica principal é visual. O estilo segue o dos dois primeiros jogos, e Eren e os outros têm olhos grandes demais em relação ao anime. Woods acha que uma abordagem mais próxima da animação só ajudaria.
No balanço, ele compara o jogo ao melhor tipo de produto licenciado dos anos 2000. O combate e o movimento, ainda que irregulares em alguns pontos, estão bem ajustados, e a trama principal é mantida sem o material de enchimento do anime, com toques próprios. Quem não viu a série talvez não encontre motivo para jogar. Para os fãs, segundo a TheGamer, há bastante o que aproveitar.
O jogo tem classificação ESRB Mature 17+, por violência, sangue, nudez parcial e linguagem.
Ficha rápida
- Lançamento
- 10 de dezembro de 2026
- Desenvolvedora
- Koei Tecmo
- Editora
- Koei Tecmo
- Gênero
- Ação
Fonte: TheGamer. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



