Razer Basilisk V4 Pro: review vê bom mouse, mas critica botão de IA
O Tom's Hardware testou o mouse sem fio da Razer, que custa US$ 169,99, e elogiou a bateria de 200 horas, mas não gostou dos dois botões novos.

Imagem: reprodução/Tom's Hardware
A Razer lançou o Basilisk V4 Pro, e o Tom's Hardware publicou sua análise do mouse sem fio: bom para o uso geral, com bateria longa, mas com um botão de IA que atrapalha a posição do polegar.
O modelo chega a US$ 169,99, nas versões preta e branca. A base de carregamento Mouse Dock V2 Pro foi lançada junto e sai por US$ 69,99, vendida à parte.
Sensor, switches e bateria
O mouse usa o sensor óptico Focus Pro 50K, com resolução máxima de 50.000 DPI, velocidade de 930 IPS e tolerância a 90 G de força. É o terceiro mouse da Razer com essa peça, depois do Viper V4 Pro e do Naga V3 Pro. O revisor diz que ele rastreia bem em quase qualquer superfície, inclusive vidro com pelo menos 4 mm de espessura.
Os switches ópticos de quarta geração suportam mais de 100 milhões de cliques. Segundo a análise, o som é nítido e mais baixo que o dos mouses da Logitech, e não houve clique falho nem duplo durante o teste.
A polling rate chega a 8.000 Hz. A bateria dura até 200 horas via 2.4GHz a 1.000 Hz, e cai para 54 horas a 8.000 Hz. A conexão pode ser feita por 2.4GHz, Bluetooth ou cabo USB-C.
Design e os botões novos
O formato continua o do Basilisk V3 Pro 35K, de outubro de 2024: ergonômico, para destros, com apoio para o polegar. O novo pesa 100 g, contra 112 g do antecessor, e mede 127,5 x 75,8 x 42,5 mm. A diferença de peso é perceptível ao levantar o mouse, ainda que ele esteja longe de ser ultraleve.
São 12 botões programáveis, dois a mais que antes. Um é o terceiro botão do polegar, que abre por padrão o prompt de IA da Razer. O outro fica ao lado do botão esquerdo e troca de perfil.
É aqui que a análise mais reclama. O botão de IA tem o mesmo tamanho dos outros dois do polegar e empurra o MB4 para trás, longe demais para um botão que o revisor usa com frequência. Trocar as funções não resolve, porque o novo botão continua adiantado demais. O botão extra do clique esquerdo fica na ponta frontal e foi difícil de alcançar, mesmo com mãos médias e dedos longos. Para o revisor, ele só serve como troca de perfil.
A roda de rolagem com inclinação tem três modos: dois com passos táteis, de 24 e 48 etapas, e um de giro livre. O giro livre se mostrou sensível demais e volta a rolar sozinho, mas o modo tátil de precisão agradou.
Na caixa e no software
Acompanham o mouse um dongle USB-A, um adaptador de USB-A para USB-C e um cabo trançado de 2 m. O cabo não é o flexível HyperFlex da Razer, e serve para carregar o mouse e ligar o dongle ao PC. Não há grip tape na caixa, e o revisor acredita que o revestimento de borracha das laterais vai se desgastar como o do V3 Pro.
A configuração é feita no Razer Synapse 4, que permite remapear os botões, gravar macros e ajustar DPI, roda e calibração da superfície.
Fonte: Tom's Hardware. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



