Wo Long 2: Wings of Ember convence a Gamekult em nova prévia
Após rever o jogo da Koei Tecmo em evento europeu, o site francês diz que o combate ficou mais agressivo e vê o título como aposta para 2027.

Imagem oficial de Wo Long 2: Wings of Ember / KOEI TECMO GAMES CO., LTD., via Steam
A Gamekult voltou a jogar Wo Long 2: Wings of Ember em um evento da Koei Tecmo em Saint-Ouen, na França, e saiu da sessão convencida de que o jogo é um título a acompanhar em 2027. O site já havia testado o jogo na Gamescom 2026 e em uma demo pública de cerca de quatro horas, lançada em setembro.
Desta vez foi uma hora e meia, com foco total em gameplay. A fase mostrada recria a batalha de Chi Bi, a Batalha da Falaise Vermelha, em que o exército de Cao Cao transforma uma ilha estratégica em ninho de demônios.
Fase linear e sem tutorial
O level design segue o modelo mais linear do primeiro Wo Long, com atalhos e segredos pelo caminho. Não há tutorial: a Koei Tecmo partiu do princípio de que os jornalistas já tinham passado pela demo.
Logo no início, o jogador atravessa cordas esticadas entre barcos enquanto arqueiros de Cao Cao disparam flechas em chamas. Erupções vulcânicas derrubam paredes e causam dano alto, então é preciso se abrigar atrás das rochas. Ou desviar a lava com a parry, já que quase tudo pode ser aparado no jogo.
Ajustes após o feedback da demo
O estúdio apresentou aos jornalistas um caderno de cerca de quinze páginas, com gráficos, sobre as opiniões dos jogadores na demo de setembro e as correções feitas. A versão testada ficou mais agressiva: as habilidades chamadas de insight skills gastam menos espírito, a barra que faz o papel de stamina, e têm janelas de parry mais generosas. A Gamekult diz que isso devolve o ritmo rápido do primeiro jogo.
As insight skills são versões melhoradas dos golpes básicos. A parry reforçada, por exemplo, é mais arriscada, mas agarra o inimigo e o arremessa com uma ombrada, de preferência num precipício ou numa poça de lava.
Armas, magia e chefes
Entre as novidades está o par de chakrams, arma de média distância que pode ser lançada a qualquer momento, com dano menor que o das demais. O site compara o estilo ao de Dynasty Warriors: Origins. A árvore de magia, por outro lado, foi bastante enxuta: sobraram poucos feitiços por elemento e atributos passivos. Segundo os desenvolvedores, a decisão compensa a complexidade maior dos combates e das árvores de habilidade das armas.
Os chefes testados, entre eles uma mulher-aranha e um centauro de lava, foram descritos como variados e bem equilibrados. As luzes vermelhas que indicam parries continuam, com variações. Um círculo grande pede a parry reforçada, que permite, por exemplo, pegar o dardo do inimigo e devolvê-lo. Há ainda checkpoints intermediários onde o jogador revive sem poder subir de nível nem chamar aliados, o que reduz o trajeto de volta até o chefe.
Bestas divinas e o desafio da TGS 2026
A sessão terminou com o chamado desafio TGS 2026: o jogador escolhia uma arma, recebia um build fixo e enfrentava Cao Ren, um chefe em forma de homem-caranguejo. A principal mudança vista ali envolve a besta divina. Ao invocar a besta equipada, o personagem se transforma por um tempo e fica invencível, como em Onimusha: Way of the Sword, com bônus passivos. Outras bestas podem ser chamadas por um ataque supremo ou por ações como a parry reforçada.
O redator da Gamekult derrotou Cao Ren em dois minutos. Para ele, os ajustes recentrados no corpo a corpo deixam o resultado "muito, muito empolgante". A publicação lembra que Wo Long 2 chega embalado pelo bom desempenho comercial de Nioh 3, lançado no início do ano, e por uma campanha de marketing grande.
Fonte: Gamekult. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



