Polygon aponta jogos longos demais, de Dragon Quest 7 a God of War Ragnarök
Lista do site americano reúne dez títulos que, na avaliação do redator, esticam a campanha com tarefas repetitivas e enredo diluído.

Imagem: reprodução/Polygon
O site americano Polygon publicou uma lista de dez jogos que, segundo o texto, duram mais do que deveriam. A seleção é opinião do redator, não um levantamento de tempo de jogo, e vai de Dragon Quest 7 a God of War Ragnarök.
A premissa é a do preço. Com lançamentos a US$ 70, o jogador espera muitas horas de diversão. O Polygon argumenta que a conta nem sempre fecha: quando o estúdio enche a campanha de tarefas de tapa-buraco e arrasta a história além do ritmo natural, a aventura vira teste de resistência.
Os casos citados
Em Dragon Quest 7, o protagonista Auster restaura ilhas do passado, e cada uma é uma aventura de várias horas, com história e personagens próprios. Para o Polygon, o número de ilhas sufoca o enredo principal. O site lembra que o remake Dragon Quest 7 Reimagined cortou várias delas.
Grand Theft Auto 4 aparece pelo motivo oposto. É mais curto que Grand Theft Auto: San Andreas, mas o texto diz que parece mais longo. A crítica recai sobre as missões, quase sempre do tipo ir a um lugar e atirar em quem estiver lá, e sobre a paleta cinzenta e dessaturada de Liberty City. O sistema de cobertura, ainda assim, é elogiado como melhora sobre os antecessores.
Yakuza 5 divide a trama entre Kazuma Kiryu, Haruka, Taiga Saejima, Shun Akiyama e Tatsuo Shinada. Segundo o Polygon, as histórias ficam separadas até a reta final, e cada capítulo apresenta cenário e personagens novos. A sensação é de recomeço constante.
Os dois Assassin's Creed da lista são Odyssey e Valhalla. Sobre Odyssey, o site cita a rotina de invadir fortes, chegar a locais distantes e matar alvos específicos, além de inimigos comuns que levam cerca de 20 golpes para cair e exigem grinding quando o nível está abaixo. Valhalla, na leitura do texto, repete a fórmula: a Inglaterra tem mais de uma dúzia de regiões, e cada uma pede uma história de cerca de três horas.
Em Tales of Arise, a crítica mira o último terço. Depois da derrota do quinto Lord, a trama muda para um mistério sobre as origens dos Renanos. O Polygon descreve essa parte como um epílogo esticado, cheio de exposição e com chefes surgindo a cada poucos minutos.
God of War Ragnarök fecha o grupo comentado. O site o compara a três jogos num só, com missões lineares ligadas por motivos frágeis e cutscenes de direção lenta. O combate, elogiado por misturar ataques corpo a corpo e à distância, ocupa só uma fração do tempo total.
Days Gone, de Deacon St. John, também está entre os dez.
Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



