Invisible Inc: como a Klei fez estratégia por turnos virar jogo de tensão
Em análise do GamesRadar, o stealth tático da Klei Entertainment ganha tensão ao tirar sorte da conta e deixar o alarme apertar a cada turno.

Imagem: reprodução/GamesRadar
Invisible Inc, jogo de estratégia por turnos com stealth da Klei Entertainment, foi analisado pelo GamesRadar, que descreve como o título consegue tensão de filme de assalto num gênero conhecido por ser calmo. Segundo o site, o segredo está em combinar informação total com pressão constante de tempo.
Você comanda os agentes restantes da Invisible, uma organização privada de espionagem do fim do século 21 caçada por um grupo de corporações. As missões levam a escritórios, laboratórios e cofres de bancos para roubar informação, dinheiro e equipamento. Quem sobrevive o bastante ganha a chance de invadir a sede inimiga e derrubar seus sistemas.
Tudo à vista, nada de dados
O jogo começa com dois personagens, e é possível resgatar outros no caminho. O movimento usa pontos de ação, os AP, e há um segundo recurso: energia. Ela serve para desativar câmeras, drones e grades de laser ou abrir cofres e estações trancadas, e precisa ser recuperada com programas ou terminais do local.
As fases são geradas proceduralmente. Você entra numa sala quadrada vazia e não sabe onde ficam o objetivo, a saída ou os guardas. Em compensação, tudo o que entra no campo de visão vem completo: armadura, habilidades e o cone de visão exato do inimigo. Com um ponto de ação, dá para ver até o próximo passo da patrulha. A ideia vem de Mark of the Ninja, jogo anterior da Klei.
Não existem porcentagens nem dados. Um ataque funciona ou não conforme a arma que você tem, e o resultado é garantido. Surpresa só aparece quando o jogador avança sem olhar.
O alarme é o relógio
Você chega sem ser detectado, mas o nível de alarme sobe a cada turno. Em certos patamares entram câmeras extras, firewalls mais fortes e mais guardas. Ser visto, ativar um sistema com armadilha ou usar força letal faz o nível saltar ainda mais.
Por isso, para o GamesRadar, o recurso mais caro são os próprios turnos. Cada escolha custa tempo: separar a equipe ou mantê-la junta, nocautear um guarda ou contorná-lo, gastar energia de uma vez ou aos poucos. O texto cita o dilema de deixar um agente no fundo de um beco, esperando a energia voltar para abrir um cofre, enquanto o resto do grupo já está na saída.
Roguelike com campanha curta
A campanha dura cerca de seis horas, e o jogo ensina as regras no nível Beginner. Dá para terminá-la na primeira tentativa. A aposta da Klei é que o jogador volte, suba a dificuldade e libere agentes iniciais e programas de hacking diferentes. Segundo o GamesRadar, as missões mudam pouco, mas um pacote grande de DLC altera esse quadro.
A morte permanente é suavizada mesmo nas dificuldades Expert e Expert Plus. Como há vários agentes, perder um não encerra a partida, e um personagem derrubado pode ser reanimado ou arrastado até a saída quando a área estiver livre.
Ficha rápida
- Desenvolvedora
- Klei Entertainment
Fonte: GamesRadar. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



