Attack on Titan 3 coloca o jogador como ex-capitão traumatizado e adiciona exploração livre

Preview do Gamekult elogia o combate com grappling e o fanservice, mas aponta gráficos atrasados em relação à geração atual de consoles e PCs.

Por Redação Capital Gamer · · 3 min de leitura
Eren Jaeger encarando de perto, com muralhas em chamas e fileiras de Titãs vermelhos ao fundo, em Attack on Titan

Imagem: reprodução/Gamekult

Attack on Titan 3, também chamado de A.O.T. 3, foi testado pelo site francês Gamekult em um evento da Koei Tecmo, e a prévia aponta um jogo mais ambicioso que os anteriores da franquia. A Omega Force muda o protagonista e acrescenta uma fase de exploração.

O jogador cria um avatar, como no episódio anterior. A diferença está na origem dele: é um ex-capitão do batalhão de exploração que virou instrutor de recrutas depois de uma missão que terminou em massacre. Ele acompanha a geração de Eren e precisa superar o próprio medo dos titãs ao longo de cerca de uma dúzia de capítulos, estimativa do Gamekult, que devem cobrir toda a obra de Hajime Isayama.

Exploração da ilha Paradis

O jogo alterna batalhas roteirizadas e exploração. Antes de cada saída, o jogador monta esquadrões e distribui os soldados recrutados por história, dinheiro ou missões secundárias.

Em campo, o objetivo é mapear a ilha e coletar recursos em colônias destruídas, minas e florestas, sem gastar todo o gás nem quebrar todas as lâminas reserva. Se um aliado morre, seus recursos são divididos entre os sobreviventes ou abandonados. Se o esquadrão inteiro cai, dá para tentar recuperar o que ficou na missão seguinte.

Entre as missões, o jogador volta ao quartel-general para guardar recursos, desenvolver tecnologias e fortalecer laços com os outros soldados, o que rende experiência, cenas, pontos de habilidade e novos recrutas. Há viagem rápida pelo mapa para quem não quer andar pelo quartel.

O Gamekult teve pouco tempo para explorar a ilha livremente, mas viu titãs especiais, missões secundárias e zonas misteriosas. Também cita a opção de escalar prédios em silêncio para atacar a nuca de um titã distraído.

Movimentação e combate

O deslocamento ficou mais solto. O jogador prende o gancho na superfície mirada com um clique, escala prédios e titãs em alta velocidade e desliza pelo chão antes de decolar de novo, como na perseguição de Levi na terceira temporada do anime. A câmera, segundo o texto, fica confusa quando há muitos alvos na tela.

No combate, é possível mirar em membros vulneráveis durante o golpe do inimigo. Acertar o cotovelo de um titã que prepara um soco interrompe o ataque. Para derrubá-lo, basta encadear ataques, esquivas e contra-ataques até a nuca ficar exposta, sem precisar apertar um botão no momento exato. Há habilidades ativas, como um corte relâmpago e o redemoinho de lâminas de Levi.

A demo: o ataque a Libério

A demonstração terminou com o ataque a Libério, em que Eren lidera um ataque a um discurso militar no coração de Marley. O jogador sobe em zepelins, limpa as ruas de snipers e enfrenta os titãs Martelo de Guerra, Bestial e Mandíbula. O Martelo de Guerra se mostrou o mais resistente e consumiu quase todas as lâminas.

O Gamekult compara a sensação de movimento ao Spider-Man da Insomniac, inclusive pelos raios de luz que indicam o ritmo das esquivas. O texto admite que o jogo é repetitivo, como os anteriores.

O ponto negativo é o visual. Segundo o site, os gráficos estão atrasados para a geração atual por causa de uma base técnica antiga, com texturas fracas e modelos que chegam atrasados nas cenas.

Fonte: Gamekult. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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