Croc 2 Remastered: TheGamer dá 3 de 5 e elogia câmera nova e extras

O remaster de Croc 2: Kingdom of the Gobbos chegou em 29 de outubro de 2026. A análise do TheGamer aprova o visual e o material de arquivo, mas aponta falhas em chefes e diálogos.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Arte oficial de Croc 2: Kingdom of the Gobbos Remastered com o crocodilo Croc e os Gobbos

Imagem oficial de Croc 2 Kingdom of the Gobbos / Argonaut Games, via Steam

Croc 2: Kingdom of the Gobbos ganhou um remaster lançado em 29 de outubro de 2026, e a análise do TheGamer, assinada por Josh Coulson, deu nota 3 de 5 ao jogo. O texto trata a sequência de 1999 como um título que merecia mais atenção na época.

A volta do jogo vem na esteira do relançamento do primeiro Croc, também reeditado com a retomada da Argonaut Games. Coulson diz ter ficado ainda mais contente com o segundo do que com o primeiro.

O que mudou no jogo

Croc 2 já tinha abandonado os controles de tanque do original, o que deixou menos trabalho para o remaster. A principal adição é uma câmera controlada pelo analógico direito.

O visual recebeu personagens e cenários mais detalhados. Um botão alterna a qualquer momento entre os gráficos do PS1 e os do remaster. A troca também pode ser aplicada por item: o modelo do Croc, o cenário e até a distância de renderização. Há ainda um filtro de CRT.

Segundo a análise, a sequência também traz mais ideias que o primeiro jogo, como fases de carrinho de mina e minicoletas, além de personagens e história mais desenvolvidos. Coulson avisa, porém, que quem chega agora à série não deve esperar o nível de Crash e Spyro. Croc 2 continua um degrau abaixo dos líderes da época.

Os pontos fracos

O revisor queria mais melhorias de qualidade de vida. A maior queixa são os Gobbos. Nas áreas abertas entre as fases, a conversa com cada um começa sozinha assim que o jogador se aproxima, mesmo que já a tenha ouvido. Boa parte da partida de Coulson foi atrapalhada por diálogos repetidos.

Alguns chefes também incomodam. Ele não se opõe a desafio, mas diz que aqui a dificuldade vem de hitboxes em lugares estranhos e de golpes que às vezes não registram, e não de padrões criativos.

Material de bastidores

Como no remaster do primeiro jogo, o pacote inclui conteúdo documental. Há novas entrevistas com integrantes da equipe da Argonaut que trabalharam nos jogos de Croc, focadas na sequência, e o revisor diz que boa parte do material não existe em outro lugar.

Para Coulson, quem não tem nostalgia por Croc não é o público do remaster. Para os fãs, ele o considera indispensável por ser uma versão polida do segundo e, por enquanto, último jogo da série. Ele também afirma que as vendas dos dois remasters precisam ir bem para mostrar à Argonaut que ainda existe público esperando o fim da trilogia.

A ficha do TheGamer lista como pontos positivos a suavização das arestas do original, o acervo de entrevistas e a chance de mostrar como a sequência desenvolveu as ideias do primeiro. Entre os negativos estão a falta de melhorias de qualidade de vida e o fato de o jogo seguir como um plataforma básico.

Ficha rápida

Lançamento
29 de outubro de 2026
Desenvolvedora
Titanium Studios
Editora
Argonaut Games
Gênero
Plataforma 3D

Fonte: TheGamer. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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