Kotaku questiona se a Gummi Ship de Kingdom Hearts é tão ruim quanto dizem

Em coluna da replay anual da série, Kenneth Shepard avalia as viagens espaciais do primeiro jogo e outras reclamações antigas dos fãs.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Sora, Donald e Pateta em cena de Kingdom Hearts, Sora com expressão séria em primeiro plano

Imagem: reprodução/Kotaku

O Kotaku publicou uma coluna em que o redator Kenneth Shepard avalia se a Gummi Ship, nave que Sora e companhia usam para viajar entre os mundos do primeiro Kingdom Hearts, merece a fama de pior parte do jogo. O texto faz parte do Guiding Key, replay de um ano da série inteira.

O objetivo do projeto, segundo Shepard, é checar se as reclamações que viraram meme na comunidade se sustentam. A Gummi Ship foi a primeira da lista.

O veredito parcial sobre as viagens

Shepard diz que ainda não tem convicção para afirmar que a nave é ruim, mas descreve os trechos de voo como sem peso e com combates tediosos. Para ele, o conjunto parece enchimento antiquado, do tipo que os jogos seguintes tentaram evitar. Kingdom Hearts II e III repetem a travessia entre mundos, só que com o espaço mais agitado e cheio de coisas para fazer. Se isso torna a mecânica boa, ele deixa em aberto, porque ainda não chegou a esses jogos.

O que o surpreendeu foi a profundidade do sistema. A nave tem atributos e é montada com blocos gummi que Sora encontra, e dá para melhorá-la com Chip e Dale. Mesmo com a nave mais bonita e forte, escreve o colunista, voar e atirar continua sem graça.

Há um alívio embutido. O bloco Warp-G permite voltar direto a mundos já visitados depois que o jogador termina os primeiros, o que corta as fases da Gummi Ship em mais da metade. Elas só voltam a ser obrigatórias na ida a um lugar novo.

Outras queixas do começo do jogo

Shepard cita o chefe Guard Armor, em Traverse Town, como outro caso de incômodo com solução tardia: o jogador só ganha a esquiva depois de vencê-lo. Ele também menciona o meme de que o Donald não cura Sora e estranha o sistema de Stock, que obriga a equipar poções antes da luta.

O colunista atribui boa parte disso à idade do jogo, que tem quase 25 anos. Trancar uma esquiva atrás de um desbloqueio é uma escolha que poucos títulos fariam hoje, mas ele diz estar disposto a perdoar o clássico por ser antigo.

O calendário do Guiding Key

A próxima etapa do replay trata de Kingdom Hearts: Chain of Memories, em janeiro de 2027. Depois vêm estas paradas:

  • Kingdom Hearts 358/2 Days e Re:coded: maio de 2027
  • Kingdom Hearts: Birth by Sleep: junho de 2027
  • Dream Drop Distance e A Fragmentary Passage: julho de 2027
  • Kingdom Hearts Union χ Dark Road, apenas assistido por não ser mais jogável: agosto de 2027
  • Kingdom Hearts III e a DLC Re Mind: de agosto a outubro de 2027
  • Kingdom Hearts Melody of Memory: novembro de 2027

Fonte: Kotaku. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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