Guardians of the Galaxy faz 5 anos como o jogo da Marvel que a Square Enix achou fraco

Lançado em 26 de outubro de 2021, o jogo da Eidos-Montréal teve boas críticas, mas vendeu abaixo do esperado e herdou a má fama de Marvel's Avengers.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Gamora, Cosmo, Groot, Star-Lord, Drax e Rocket posam em cenário escuro e com entulho, em cena de Marvel's Guardians of the Galaxy

Imagem: reprodução/Polygon

Marvel's Guardians of the Galaxy completa cinco anos nesta segunda, 26 de outubro. O jogo da Eidos-Montréal, publicado pela Square Enix em 2021, foi elogiado pela crítica e ainda assim ficou abaixo do que a editora esperava, segundo retrospectiva do Polygon.

A sombra veio de antes. Marvel's Avengers, da Crystal Dynamics, chegou em 2020 como o primeiro fruto da parceria entre Marvel e Square Enix. A recepção de público e crítica foi morna. O Polygon aponta bom texto nos personagens, mas um combate repetitivo, preso a elementos de live service que sobravam. Guardians saiu no ano seguinte carregando essa desconfiança.

Vendas abaixo da expectativa

O presidente da Square Enix, Yosuke Matsuda, afirmou poucos meses após o lançamento que, apesar das boas análises, as vendas de estreia ficaram aquém das projeções internas. Em novembro de 2022, o jogo havia alcançado mais de 8 milhões de jogadores. Esse total pode incluir quem jogou pelo Xbox Game Pass e pelo PlayStation Plus, e não só quem comprou.

A Eidos-Montréal foi vendida ao Embracer Group no verão de 2022. Desde então, passou por várias rodadas de demissões e não desenvolveu sozinha outro jogo. O estúdio dá suporte à Playground Games em Fable e co-desenvolve Grounded 2 com a Obsidian Entertainment.

O que o Polygon destaca no jogo

O texto aposta no elenco. Peter Quill/Star-Lord, Gamora, Rocket, Groot e Drax aparecem ao lado de personagens dos quadrinhos que não tinham sido adaptados antes, como Lady Hellbender. O autor cita ainda Adam Warlock, cujo jeito de falar cheio de aliterações o torna único, e Cosmo, com seus filhotes.

Há uma trama pessoal no meio da história de ameaça universal. Quill passa o jogo se perguntando se é pai de Nikki, filha adolescente de uma antiga namorada da Nova Corps, a Centurion Ko-Rel. Também entram nessa conta as cenas de Rocket, chamado de "monstro" para entrar na coleção de Lady Hellbender.

No combate, Quill comanda os colegas ao estilo de Mass Effect. Cada um tem habilidades próprias, e usá-las em conjunto pesa no resultado. O Polygon destaca o momento em que Quill chama o time para uma conversa de incentivo e toca uma música dos anos 1980. A trilha original, assinada pela banda fictícia Star-Lord, também ganha elogio.

O autor diz que desconfiava do jogo antes da estreia e só se convenceu ao ler prévias que o comparavam a Mass Effect. Hoje o coloca entre seus favoritos da geração. Para o Polygon, Guardians não chegou ao público como a série Spider-Man da Insomniac, mas merece ser lembrado ao lado dos melhores jogos de super-herói.

Ficha rápida

Lançamento
26 de outubro de 2021
Desenvolvedora
Eidos-Montréal
Editora
Square Enix

Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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