Castlevania: Belmont's Curse leva a série para fora do castelo

Em texto de opinião, o Game Rant defende que o jogo da Konami e da Motion Twin prova que Castlevania funciona longe das paredes de Drácula.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Captura de Castlevania: Belmont's Curse: protagonista de cabelo vermelho em salão gótico com vitrais verdes.

Imagem: reprodução/Game Rant

Castlevania: Belmont's Curse, lançado em 15 de outubro de 2026 pela Konami, passa a maior parte do tempo longe do castelo de Drácula, e a redatora Amina Ayoud, do Game Rant, defende em texto de opinião que a franquia deveria seguir esse caminho.

O jogo é desenvolvido pela Evil Empire e pela Motion Twin. A protagonista é Rose, filha de Trevor Belmont, que volta à série depois de uma ausência que, segundo Ayoud, começou em 2021 com Castlevania: Grimoire of Souls.

O que muda em relação aos jogos antigos

Belmont's Curse mantém a rolagem lateral. O resto, porém, ganhou ajustes: direção de arte nova, mecânica de cartas de tarô, combate com parry e o Vampire Killer usado como ferramenta de travessia.

Para a autora, a mudança mais notável é a estrutura das fases. O castelo de Drácula só aparece como décima e última fase, o que faz do jogo, nas palavras dela, o mais próximo de um Castlevania sem castelo já lançado.

Paris em chamas

Boa parte da aventura acontece em Paris sob o ataque de Drácula. Os cenários incluem ruas em chamas, esgotos, rotas costeiras, cemitérios góticos assombrados e as Catacumbas, que Ayoud diz ter visitado na vida real. A Catedral de Notre-Dame e o cemitério dos Santos Inocentes aparecem incendiados.

Ela argumenta que ver lugares reais destruídos deixa a ameaça do vilão mais concreta do que qualquer corredor de pedra. Segundo a autora, a arte também ajuda: os cenários têm alto contraste e os personagens seguem um estilo que lembra anime.

O argumento contra o castelo

Ayoud lembra que quase todo jogo da série se passa no castelo ou termina nele. Cita Order of Ecclesia e Curse of Darkness como casos em que a fortaleza só surge no fim, e Lament of Innocence e Dawn of Sorrow como jogos em que o jogador está em um castelo que não é o de Drácula.

Para ela, a repetição vem de décadas de layouts reaproveitados, como o Castelo Invertido de Symphony of the Night e os castelos recoloridos de Harmony of Dissonance. Os exemplos que ela defende como melhores são de fora dos muros: o vilarejo de Warakiya e o Navio dos Tolos em Castlevania 3: Dracula's Curse, e a Torre da Máquina Eneomaos e as Ruínas de Aiolon em Curse of Darkness.

O jogo tem média 84 entre os principais críticos no OpenCritic, com 94% de recomendação, e classificação Teen na ESRB por sangue, violência e temas levemente sugestivos.

A fonte é uma coluna de opinião do Game Rant, e a tese de que a série deveria abandonar o castelo é da autora, não da Konami.

Ficha rápida

Lançamento
15 de outubro de 2026
Desenvolvedora
Evil Empire e Motion Twin
Editora
Konami
Gênero
Plataforma, ação e aventura com elementos de RPG

Fonte: Game Rant. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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