Stand-in jL elogia Vitality após vaga nos playoffs do PGL Masters Bucharest

Lituano que joga no lugar de um titular diz que a Vitality se organiza melhor que as rivais para cobrir ausências, depois de eliminar a Natus Vincere, seu ex-time.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Jogadores profissionais de Counter-Strike 2 em palco de torneio de esports

Imagem oficial de Counter-Strike 2 / Valve, via Steam

A Vitality garantiu vaga nos playoffs do PGL Masters Bucharest ao vencer a Natus Vincere com Justinas "jL" Lekavicius como stand-in. Segundo a HLTV, é mais uma vez que a equipe chega à fase final de um torneio com o lituano no elenco, sem o capitão em tempo integral.

O duelo tinha tempero extra. jL enfrentou os antigos companheiros de NaVi e contou que esperava um jogo mais duro. Entrou no servidor com a ideia de se divertir, dar o melhor de si e ajudar o time.

Comunicação no lugar do capitão

Sem o IGL titular, a função de liderar o jogo ficou com mezii, que na avaliação de jL não é um in-game leader e não monta as rodadas como Dan. O resto do time compensa falando mais.

"Temos que ajudá-lo", disse jL, e é isso que ele diz fazer ali. Para o jogador, a capacidade de cobrir a ausência de alguém, comunicando mais e organizando as jogadas, é o motivo de a Vitality ser a melhor equipe do mundo.

Ele também contou que o grupo embaralha as táticas antes de cada partida e que, com stand-ins, faz isso ainda mais. Na visão dele, isso também atrapalha quem joga contra a equipe.

Comparação com a passagem anterior

A HLTV perguntou se ele se sente mais à vontade nesta formação do que na anterior, no BLAST Open Porto, quando os papéis eram outros. jL hesitou, disse que seria preciso esperar para saber qual versão é mais forte e acabou apontando a atual. Hoje ele sabe o que fazer "muito mais" do que antes, porque já jogou outros torneios com esses companheiros.

Futuro depois do Major de Singapura

jL nega que jogue para aparecer. Diz que, mesmo numa final, ninguém lhe daria crédito, porque a Vitality chegaria lá até com um jogador de academia. Pensar o contrário, para ele, seria egocentrismo.

O plano ideal é entrar em um time e voltar a disputar títulos. Se não achar equipe depois do Major de Singapura, admite encerrar a carreira de jogador e se dedicar a conteúdo, à esposa e ao filho que está a caminho.

Ele afirma que gosta do processo de treinar e aprender junto, e não só dos troféus. Por isso, diz que não assina contrato só para jogar.

Fonte: HLTV. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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