PARIVISION vira sobre a G2 na estreia da IEM Beijing e dastan fala em mudar de postura

Após a virada sobre a G2, o treinador cazaque disse à HLTV que trabalhou o próprio humor depois de perder o controle na final de Belgrado.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Imagem oficial de Counter-Strike 2 com operadores em um mapa competitivo

Imagem oficial de Counter-Strike 2 / Valve, via Steam

A PARIVISION estreou na IEM Beijing com uma virada sobre a G2, fechada em Ancient depois de a equipe rival tentar reagir. Ao final da série, o treinador Dastan "dastan" Akbayev falou à HLTV sobre a mudança de comportamento que quer levar para o time.

Segundo ele, o problema apareceu depois da vaga no Major. Na final do 1win Private Club, em Belgrado, dastan diz que carregava emoções ruins e não se controlou. Nos jogos anteriores, afirma, estava melhor. Ele atribui parte da mudança ao período em que trabalhou com jovens como nota, BELCHONOKK e AW.

Depois de Belgrado, o grupo teve uma conversa longa. A conclusão do treinador: dá para dividir a responsabilidade. O elenco tem hoje FL1T, HObbit e Jame, três jogadores experientes. Se algo der errado, ele garante que assume o controle, "100%".

Pausas e o início dos mapas

A HLTV perguntou sobre as pausas táticas. Em Dust2, a PARIVISION gastou todas com o placar em 6-2. Em Ancient, esgotou o limite nos seis primeiros rounds.

Dastan explica que o time jogou poucas partidas oficiais juntas. Equipes de tier two, como a Nemiga, chegam a acumular mais de 100 mapas em três meses, e esse ritmo facilita a entrada no jogo. Com pausas de uma ou duas semanas entre eventos, entrar bem desde o primeiro round fica mais difícil. Por isso ele tenta controlar o começo, já que pistol e rounds iniciais pesam no resultado.

Sobre ter ficado sem pausas no fim de Ancient, foi direto: não se arrependeu, porque o placar já estava em 10-2 e a equipe só precisava terminar o mapa.

Rotina de trabalho e meta da temporada

HObbit, que veio da Gambit, comentou em entrevista anterior que o sistema da equipe às vezes é grande demais. Dastan concorda que ainda falta criar uma ética de trabalho própria: como preparar uma partida, o que treinar, quais rounds merecem confiança. Cada torneio traz uma situação diferente. Antes de Beijing, por exemplo, houve só uma semana de preparação e muita viagem.

O treinador reconhece que o time pode ter perdido um pouco de mira bruta nos lados T, mas diz que agora todos falam e entendem melhor o que acontece no mapa.

A meta, segundo ele, não é ganhar eventos. Se vier o título, ótimo, mas dastan prefere um time estável e mais perto do top 10. Ele lembra que as organizações pelas quais passou (AVANGAR, Virtus.pro e PARIVISION) costumam render bem em Major e em jogos decisivos, e mal em eventos comuns. Cita como exemplo um torneio em Malta, com 0-2, e a melhora em Katowice, quando havia vaga no Major em jogo.

Dastan também comentou o título da FURIA, que tem mais de dez anos de experiência no elenco, e o MVP de YEKINDAR. Para ele, o resultado mostra que um time veterano pode vencer em CS2.

Fonte: HLTV. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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