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Yoko Taro diz que já realizou seus sonhos e segue em games para evitar demência

Criador de Nier e Drakengard afirmou em evento em Tóquio que considerou se aposentar e que vê tudo depois de Drakengard como o resto da vida.

Redação Capital Gamer  ·  2 min de leitura
Arte oficial de Nier com personagens da franquia

Imagem oficial de NieR:Automata™ / Square Enix, via Steam

Yoko Taro, criador de Nier e Drakengard, afirmou durante um evento no Instituto Francês de Tóquio que já realizou o que sonhava na carreira e que chegou a considerar a aposentadoria. A informação vem de reportagem do Denfaminicogamer, repercutida pela IGN e pela PC Gamer.

Segundo Taro, o ponto de virada foi Drakengard, o primeiro jogo que ele teve a chance de dirigir. Ali, disse, conseguiu fazer quase tudo do jeito que queria. Para ele, o sonho de um game otaku é lançar ao mundo algo que sempre quis criar. Cumprida essa meta, ele enxerga o que veio depois como o restante da vida.

Por que continua trabalhando

Se o objetivo já foi alcançado, por que seguir no desenvolvimento de jogos? Taro deu duas razões: o dinheiro ajuda, e ele teme o que pode acontecer com a saúde mental se ficar parado. Ele resumiu que trabalhar é "bom para prevenir a demência".

A PC Gamer lembra que Taro é conhecido pelo humor ácido, e a própria IGN observa que ele talvez não esteja falando literalmente. Ainda assim, o desenvolvedor, que costuma aparecer em público com a máscara redonda e sorridente de Emil, também disse esperar escapar das "chamas" da competição com as gerações mais jovens, que contam com ajuda de IA, antes de morrer.

A lógica de preencher lacunas

Taro também explicou como enxerga o próprio lugar na indústria. Ele diz trabalhar com a mentalidade de preencher lacunas. Cita Ico e Ikaruga como jogos de que gosta muito, mas que lhe pareceram tão perfeitos que ele concluiu não haver necessidade de fazer títulos naqueles gêneros.

Não é inveja, esclareceu. A sensação, segundo ele, é a de que aquele espaço já foi ocupado e, por isso, é preciso ocupar outro. Para o criador, seus jogos são obras rudes e cheias de coisas terríveis justamente porque os pioneiros já tomaram todos os aspectos belos.

Fonte: PC Gamer. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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