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Executivo da Pearl Abyss diz que críticos tiveram pouco tempo para avaliar Crimson Desert

Lybee Park, CEO europeia da desenvolvedora, atribui a diferença entre notas da crítica e do público ao período de análise e à build usada nos reviews.

Redação Capital Gamer  ·  2 min de leitura
Arte oficial de Crimson Desert mostrando o mundo aberto do jogo

Imagem oficial de Crimson Desert Enhanced / Pearl Abyss, via Steam

A CEO europeia da Pearl Abyss, Lybee Park, afirmou que a crítica não teve condições de explorar Crimson Desert por completo antes de publicar as análises. A declaração foi dada ao The Game Business e repercutida pelo Rock Paper Shotgun.

Park respondeu a uma pergunta sobre a distância entre as notas dos críticos e as dos jogadores. Segundo a executiva, os dois lados têm argumentos válidos, "especialmente os críticos".

Build diferente e prazo curto

Park apontou dois fatores. O primeiro é que os analistas jogaram uma build que não era idêntica à versão final do jogo. O segundo é o tempo limitado de análise.

Ela também falou sobre o método de quem avalia. Em geral, a crítica segue a linha principal de missões, enquanto o charme do jogo, nas palavras da executiva, está espalhado pelo mundo e em pequenos detalhes escondidos. Para Park, os críticos não tiveram uma "fair chance to explore" esses pontos no período de review.

A resposta do Rock Paper Shotgun

O texto do RPS é opinativo. O autor, que diz não ter jogado Crimson Desert nem pretender jogar, afirma que o consenso entre colegas de profissão foi algo como "é um jogo razoável". Um site irmão do veículo também chegou a essa avaliação.

O redator admite que Park pode ter alguma razão. Críticos costumam trabalhar sob pressão, e há casos de códigos que chegam só poucos dias antes do lançamento, ou nem isso, no caso de sites menores. Isso pode distorcer a percepção de um jogo tão grande.

Ele, porém, aponta dois problemas na fala da executiva. O primeiro é que o prazo curto depende da própria desenvolvedora, que controla quando o jogo chega às mãos da imprensa. O segundo é que o comentário ignora a diferença entre o papel do crítico e o do jogador comum.

Segundo o autor, quem analisa vai atrás dos pontos de atrito e do que torna o jogo interessante, para o bem ou para o mal, e não da simples diversão. Ele cita Sonic Adventure 2, Final Fantasy 15 e Drakengard 3 como jogos de que gosta, mesmo reconhecendo seus problemas. Uma nota negativa ou mediana, diz, não é um julgamento sobre quem gostou do jogo.

Ficha rápida

Desenvolvedora
Pearl Abyss

Fonte: Rock Paper Shotgun. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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