Alchemy sai do Magic Arena em 2027: as cartas que definiram o formato

A Polygon montou um ranking das 10 melhores cartas de Alchemy, o formato digital que a Wizards of the Coast vai encerrar no começo de 2027.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Cartas de Magic: The Gathering em tela do MTG Arena

Imagem oficial de Magic: The Gathering Arena / Wizards of the Coast, via Steam

A Wizards of the Coast definiu o começo de 2027 para a aposentadoria do Alchemy, formato digital de Magic: The Gathering lançado no MTG Arena em 2021. A Polygon aproveitou a despedida para listar as dez cartas que melhor resumem o experimento.

O Alchemy nasceu com a ideia de que cartas digitais podem ser rebalanceadas de um dia para o outro e usar mecânicas como Conjure, Seek e Perpetual. Isso irritou parte dos jogadores de mesa. Também deu ao Arena um metagame que mudava rápido.

A fila dedicada acaba, mas as cartas continuam em Historic, Timeless e Brawl.

As cartas do ranking

Na ponta de baixo, em décimo, está Forsaken Crossroads, do set Alchemy: Innistrad. É um terreno que entra virado, deixa escolher uma cor e dá scry. Se você não é o jogador inicial, pode desvirá-lo na hora. Ou seja, a carta existe para compensar a desvantagem de jogar em segundo. Ela também aparece em Historic e Brawl.

Symmetry Sage, de Adventures in the Forgotten Realms, ocupa o nono lugar. A versão digital passou de 0/2 para 0/3 e ganhou mais poder para repassar a outra criatura via Magecraft. A mudança valeu mais em Historic, ao lado de magos baratos. A carta física não foi alterada.

Em oitavo vem Fragment Reality, de Alchemy: Kamigawa. Por um mana branco, exila um artefato, criatura ou encantamento sem ser ficha, mas o oponente recebe do grimório uma criatura aleatória de custo menor. A Wizards revisou a carta depois de uma interação com Leyline que sustentou uma estratégia forte em Historic e Timeless. Hoje ela só mira permanentes do adversário.

Fearsome Whelp, sétima, reduz de forma permanente o custo dos dragões na sua mão a cada fim de turno. Foi uma das primeiras cartas que a Wizards rebalanceou.

Inquisitor Captain, sexta, custa quatro de mana e usa Seek para buscar duas criaturas baratas: uma entra em campo, a outra volta ao grimório. Foi ajustada junto com Town-Razer Tyrant, Goldspan Dragon e a própria Whelp.

O quinto lugar é de Oracle of the Alpha, de Alchemy: Dominaria. Por três manas azuis, a criatura conjura o Power Nine inteiro, incluindo Black Lotus, Ancestral Recall, os cinco Moxen, Timetwister e Time Walk, e embaralha tudo no seu grimório. Algo impossível no Magic de mesa oficial.

Key to the Archive, quarta, é um artefato de quatro manas com um spellbook que oferece Demonic Tutor, Time Warp, Counterspell, Day of Judgment e Lightning Bolt. Você não escolhe qual vem, o que impede a carta de funcionar como tutor comum.

Town-Razer Tyrant aparece em terceiro lugar na lista da Polygon, que classificou a carta como uma das primeiras a esticar os limites do design tradicional de Magic.

Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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