Stuntboost, jogo de skate de US$ 7 com 253 reviews, vira favorito do ano na PC Gamer

Morgan Park diz que o título de movimentação em primeira pessoa, lançado há cerca de um mês, é seu jogo preferido de 2026 até agora.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Imagem oficial de Stuntboost, jogo de skate em primeira pessoa com pistas montadas em cômodos de uma casa

Imagem oficial de STUNTBOOST / Byting Games, via Steam

O redator Morgan Park, da PC Gamer, afirmou que Stuntboost é o seu jogo favorito de 2026 até agora. O título custa US$ 7 na Steam, saiu há cerca de um mês e tem 253 avaliações, com classificação "Muito positiva".

Park conta que quase deixou o jogo passar. Chegou a ele por indicação de um amigo, e mesmo assim o visual não o convenceu de imediato: skates de dedo de brinquedo e circuitos de papelão sugerem uma corrida tranquila, no estilo Hot Wheels, que uma criança jogaria sem problema. Não é bem assim. Segundo ele, é o único jogo de skate que avisa que o ideal é jogar de mouse.

Como o jogo funciona

São três botões: pular, agachar e deslizar (grind). Tudo gira em ganhar e manter velocidade. Muitas das mais de 40 fases são percursos sem caminho único, e os desenvolvedores incentivam o jogador a procurar atalhos. A página da Steam usa as tags fast-paced, 3D platformer, parkour, first-person e racing.

Qualquer rampa serve de trampolim, seja um prato, uma carta de baralho ou um fichário de três argolas.

O jogo também esconde informação por etapas. Os tempos dos amigos só aparecem depois que o jogador completa a pista uma vez, e o ranking global fica travado até a medalha de diamante. O fantasma do melhor tempo surge sozinho, e dá para ligar os de amigos ou de qualquer pessoa da tabela. Os replays completos de outros jogadores só abrem para quem já descobriu os mesmos atalhos. Park vê nisso uma ideia possivelmente inspirada em Neon White e diz que o recurso evita spoilers e o faz procurar o que deixou passar.

Ele ressalva que nunca terminou Neon White, porque as fases ficaram sufocantes. Stuntboost, na avaliação dele, é mais simples, mais rápido e deixa espaço para improviso.

Skate, carro e patinete

Os mundos mais avançados passam por outros cômodos da mesma casa. Há fases de carro baseadas em drift, fases de patinete em mapa aberto com colecionáveis que soletram S-K-A-T-E e um longboard que não pula. Park chama as fases de carro de espetaculares, porque o obrigaram a reaprender a fazer curvas.

O redator compara o jogo a Trackmania, sua série de corrida favorita, mas aponta a diferença: aqui não existe freio, a curva pode ser feita a qualquer momento e a regra é manter a velocidade máxima.

Extras

Cada fase tem uma fita escondida. Ela libera uma câmera livre, útil para explorar o mapa, e conta para destravar fases bônus. Park diz que ainda não jogou todas, mas ouviu falar de uma torre enorme com disputa forte no ranking. O jogo ainda traz modo speedrun para a campanha inteira, skins de skate e desafio diário.

Park considera injusto que Stuntboost não esteja entre os grandes casos de sucesso indie do ano. Ele diz que os indies que o atraem costumam girar em torno de movimentação e física, e que isso raramente coincide com o que domina o PC hoje: deckbuilders, autoshooters e city builders.

Fonte: PC Gamer. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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