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Castlevania: Belmont's Curse recebe elogios da Polygon por plataforma e mundo aberto

Review do site americano trata o primeiro Castlevania principal em mais de uma década como um metroidvania quase perfeito, com ressalvas em menus e armas.

Redação Capital Gamer  ·  3 min de leitura
Arte oficial de Castlevania: Belmont's Curse com Rose Belmont empunhando o chicote diante do castelo de Dracula

Imagem oficial de Castlevania: Belmont's Curse / KONAMI, via Steam

A Polygon publicou sua análise de Castlevania: Belmont's Curse, o primeiro jogo principal da série em mais de dez anos, e o veredito é amplamente positivo. O game chega em 15 de outubro para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC e Xbox Series X.

O título é desenvolvido pela Evil Empire, com publicação da Konami. Segundo a review, a jogabilidade foi construída sobre a base de Dead Cells, o que rendeu controles muito responsivos adaptados ao estilo Castlevania.

História e ambientação

A trama se passa depois de Castlevania 3: Dracula's Curse, que a série animada da Netflix adaptou de forma livre. Quase duas décadas antes, Trevor Belmont e seus aliados mataram Dracula, que não costuma ficar morto por muito tempo.

Desta vez, o controle é de Rose Belmont, filha de Trevor e de Sypha Belnades. Ela viaja a Paris com o pai depois de uma carta que alertava sobre acontecimentos sombrios, acaba separada dele e enfrenta as forças do inferno. Rose também lida com uma maldição ligada às suas emoções.

A Polygon afirma que o texto não é o ponto forte, e sim o clima de filme de monstro clássico. Paris vira uma cidade-fantasma de céu vermelho e laranja, com visuais 2.5D estilizados e muitas cores.

Mundo aberto e Arcana Cards

As primeiras horas são um pouco lineares, mas o mapa logo se abre em caminhos alternativos. A análise elogia os segredos e quebra-cabeças escondidos e diz que o caminho principal é fácil de seguir, sem o risco de ficar perdido. O mapa é menos ambicioso que o de Hollow Knight: Silksong e se aproxima mais de Metroid Dread.

A grande novidade são as Arcana Cards, um baralho de tarô mágico herdado da mãe de Rose. Ao derrotar chefes ou ajudar personagens escondidos, Rose liberta almas deformadas por Dracula. As cartas concedem poderes que gastam mana, como lançar bolas de fogo, manipular o tempo ou recuperar vida com sangue. Segundo a Polygon, alguns poderes são mais úteis que outros, mas vários alteram de fato o ritmo do jogo.

Combate e plataforma

Em vez de rolar com invencibilidade, o jogador precisa ler os movimentos do inimigo e escolher entre deslizar, recuar ou pular. Para compensar, Rose tem um chicote mágico que a puxa até os alvos e permite combos aéreos, além de uma defesa que invoca um orbe sagrado para barrar projéteis. Upgrades de movimento tornam a travessia do mapa ainda mais ágil.

Os pontos fracos

A principal crítica é a falta de troca rápida entre armas e magias. Para mudar de carta, é preciso pausar e navegar pelo menu, e há apenas três espaços de equipamento. A review ressalta que os menus são ágeis.

O jogo também simplifica os elementos de RPG vistos nos Castlevania "Igavania". São sete armas, cada uma com quatro versões, mas as três primeiras diferem só por pequenos ganhos de dano. Para a Polygon, esses defeitos quase não pesam no conjunto.

A análise foi feita no PlayStation 5, com código de pré-lançamento fornecido pela Konami.

Ficha rápida

Plataformas
Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, PC e Xbox Series X
Lançamento
15 de outubro
Desenvolvedora
Evil Empire

Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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