Zelda: Ocarina of Time para Switch 2 impressiona em prévia da Polygon
Após cerca de 30 minutos com o remake, o site relata controles ágeis, visual refinado e novidades como pulo manual e corrida para Link.

Imagem: reprodução/Polygon
The Legend of Zelda: Ocarina of Time ganhou as primeiras impressões de jogo. A Polygon testou por cerca de 30 minutos o remake do clássico do Nintendo 64, que chega em 5 de novembro, exclusivamente para Nintendo Switch 2, e saiu convencida de que a Nintendo acertou o tom.
Segundo o site, o desafio era manter a identidade da primeira aventura 3D de Link e, ao mesmo tempo, aproximá-la de Zelda mais recentes, como Breath of the Wild. O resultado, na avaliação da Polygon, é um jogo que lembra o original e soa moderno, com controles ágeis e acabamento cuidadoso.
O que foi testado
A demo cobriu boa parte do que Eiji Aonuma, produtor da série, mostrou na Nintendo Direct de setembro. O jogador começou do zero, com a chegada da fada Navi, passou pela Grande Árvore Deku e seguiu pela Hyrule Field até a Castle Town.
Também havia uma parte inédita: o Templo da Floresta, jogado com um save em que Link já é adulto e tem o Hookshot. O tempo acabou antes de a Polygon chegar ao chefe, Phantom Ganon.
Controles e novidades
Link agora pode pular manualmente, com o botão X ou B do Joy-Con 2, e também correr, o que encurta as travessias pela vasta Hyrule Field. O combate contra Skulltulas, Deku Babas e um Peahat grande foi descrito como responsivo. Trocar de item secundário, como o estilingue e o arco e flecha, é rápido com o botão R, que percorre o inventário.
Outra adição é o recurso Threads of Time. No menu principal, ele traz um registro da jornada até o momento, com os principais acontecimentos da história e o próximo destino. A Polygon vê nisso um pouco mais de orientação ao jogador, mas também uma forma útil de retomar a trama.
Visual
O texto elogia a renderização de texturas e iluminação, que a autora considera diferente de tudo que já viu no Switch 2. Até os Gold Skulltula Tokens são citados como belos. A Castle Town aparece cheia de gente dançando e conversando, com missões secundárias que distraem logo na primeira visita.
No Templo da Floresta, a Polygon destaca vinhas e musgo sobre as paredes de pedra, ajustes sutis na arquitetura e uma névoa que corre pelo chão. Cada área do templo ganhou identidade própria por causa da luz e das texturas, sem se afastar do espírito do original.
A conclusão da Polygon é que o remake sai mais rápido, enxuto e polido, e que ficou com vontade de voltar à Castle Town e ao Templo da Floresta quando o jogo for lançado.
Ficha rápida
- Plataformas
- Nintendo Switch 2 (exclusivo)
- Lançamento
- 5 de novembro
Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.


