Filme de Call of Duty vai tratar do "custo da guerra", diz diretor

Peter Berg afirma que a adaptação, com roteiro de Taylor Sheridan, terá violência menos gráfica que The Mosquito Bowl e estreia nos cinemas em 30 de junho de 2028.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Personagem barbudo de olhar sério, com neve no ar, em cena de Call of Duty: Modern Warfare 4

Imagem: reprodução/Eurogamer

O diretor Peter Berg disse que o filme de Call of Duty vai explorar "o custo da guerra" e que deve ser menos violento, em cenas gráficas, do que The Mosquito Bowl, seu próximo longa para a Netflix. A declaração saiu em entrevista ao ComicBook e foi repercutida pelo Eurogamer.

Berg dirige a adaptação a partir de um roteiro de Taylor Sheridan. Segundo ele, os jogos da linha Modern Warfare, que servem de base ao filme, falam de mais do que tiro. Por baixo do armamento e das mortes, diz o diretor, está a história de quem escolheu se colocar entre o perigo real e o resto das pessoas, e do peso que esses homens carregam.

Ele também defendeu os personagens. Captain Price, Soap, Ghost e Alex são, nas palavras dele, "humanos complicados", e não figuras de desenho animado ou de quadrinhos.

"Não é só atirar em todo mundo"

Berg foi direto ao descartar o filme de ação descerebrado. Disse que a adaptação não é apenas atirar em todos e vender pipoca, e que há uma alma sob a violência, algo que ele e Sheridan entendem da mesma forma. Para o diretor, o longa deve ser um pouco menos explícito que Mosquito Bowl, mas com uma consequência da guerra bem marcada dentro da história, ligada à ideia de dever ("duty").

Mosquito Bowl é um drama de Segunda Guerra Mundial inspirado numa partida real de futebol americano entre fuzileiros navais, em 1944, no Pacífico. O filme chega à Netflix em 25 de novembro. A adaptação de Call of Duty está marcada para os cinemas em 30 de junho de 2028.

Fora do cinema, o Eurogamer lembra que um ex-desenvolvedor da série criticou recentemente executivos da Activision por lucrarem com o relançamento de jogos como Black Ops 1 e 2, enquanto quem trabalhou neles com "sangue, suor e lágrimas" não ganhou nada.

Fonte: Eurogamer. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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