IGN revisita GTA V e aponta mapa, trio de protagonistas e heists como o que o jogo fez de novo
Texto da série que antecede GTA 6 relembra os 230 milhões de cópias do jogo de 2013 e compara Los Santos com Liberty City e San Andreas.

Imagem: reprodução/IGN
A IGN publicou o último texto de sua série de retrospectivas sobre os jogos principais de Grand Theft Auto, feita na preparação para a chegada de GTA 6. A parada final é GTA V, lançado em 2013 e relançado em duas gerações seguintes de consoles. Não há nota nova: o objetivo é rever o que fez cada jogo se destacar na época.
Os números citados pelo texto são grandes. São 13 anos de vida, três gerações de consoles, 230 milhões de cópias vendidas e mais de US$ 10 bilhões em receita. Segundo a IGN, só Minecraft e Tetris estão na mesma conversa.
Um mapa maior e mais variado
O autor compara Los Santos com a Liberty City de GTA IV, que era densa, de tamanho modesto e inteiramente urbana. O mapa de GTA V inclui o centro com arranha-céus, mas se divide em dezenas de distritos, de mansões em Vinewood Hills e Richman às ruas pichadas do sul da cidade. Fora dela há deserto, floresta, montanhas e pequenas cidades.
A área equivale a mais que o dobro do mapa inteiro de GTA: San Andreas, embora o texto admita que nem sempre pareça. O motivo é que não dá para sair do condado e chegar a uma San Fierro ou a uma Las Venturas.
Treze anos depois, o autor diz que ainda encontra placas e fachadas que não tinha notado. Para ele, a Rockstar constrói a imersão por acúmulo de detalhes.
Três personagens, troca em tempo real
A inovação central, na avaliação da IGN, é o trio formado por Michael De Santa, Franklin Clinton e Trevor Philips. Michael é um criminoso aposentado, irritado com a vida confortável nos subúrbios. Franklin é um pequeno golpista que quer sair do bairro onde mora. Trevor é um psicopata canadense volátil, antigo sócio de Michael.
GTA IV já tinha três protagonistas depois das expansões The Lost and Damned e The Ballad of Gay Tony. Só que ali era preciso pausar e carregar cada expansão separadamente. Em GTA V a troca acontece com um zoom rápido, e o jogador cai no meio do que o personagem estiver fazendo.
O texto também destaca os checkpoints em missões, testados antes em The Ballad of Gay Tony. Falhar deixou de significar recomeçar do zero. Com essa rede de segurança, as missões puderam ficar mais longas e mais malucas.
Heists, direção e tiroteio
Os assaltos planejados viraram o eixo da campanha, a partir da missão do banco Three Leaf Clover de GTA IV. Há vários golpes grandes que podem ser abordados de formas diferentes, e dá para rejouer missões já concluídas a partir de uma lista. Segundo a IGN, é nos heists que a estrutura de três personagens funciona melhor, porque cada um contribui com habilidades próprias.
A direção ficou mais acessível. Os carros freiam forte e respondem rápido ao volante, o que, para o autor, favorece esportivos, embora ele ainda goste do jeito mais derrapante dos carros antigos com o cheat "slidey cars". A variedade de veículos voltou ao nível de San Andreas, de caminhão a caça.
O combate ganhou movimentação mais ágil e cobertura mais confiável. O autor elogia o som dos tiroteios. A roda de armas, parecida com a de Red Dead Redemption e Max Payne 3, permite carregar bem mais equipamento.
Fonte: IGN. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.



