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Jogador de Dota 2 diz ter feito 32 kills diante da polícia após batida em bootcamp

Nuengnara '23savage' Teeramahanon, do Xipto Esports, relatou no Facebook que foi algemado e interrogado por detetives em Kuala Lumpur e só foi liberado depois de provar que joga profissionalmente.

Redação Capital Gamer  ·  2 min de leitura
Jogador de esports de óculos e headset, com camisa azul e branca de time, sentado em cadeira gamer em evento

Imagem: reprodução/Dexerto

O jogador tailandês Nuengnara "23savage" Teeramahanon, do Xipto Esports, afirmou que fez 32 kills em uma partida de Dota 2 na frente de policiais da Malásia para provar que é profissional. O episódio, segundo ele, aconteceu depois que detetives de Kuala Lumpur invadiram o bootcamp da equipe. O relato foi publicado no Facebook do próprio atleta e repercutido pelo Dexerto.

De acordo com 23savage, o time havia terminado o treino e usava os celulares quando os policiais entraram na casa.

Passaportes confiscados e interrogatório de duas horas

O jogador disse que os agentes recolheram passaportes e telefones, desligaram a internet e apagaram os computadores. Ele e os colegas Fbz e Oli teriam sido algemados e questionados por duas horas sobre o trabalho que faziam e se eram mesmo jogadores profissionais.

Segundo o relato, o clima mudou quando um dos policiais, que vestia uma camisa da seleção da França com o nome Olise e o número 11, disse conhecer Dota e a Fnatic. 23savage então mostrou seu Instagram, e o mesmo agente reconheceu Ms Puiyi em uma foto.

A partir daí, afirmou o jogador, os policiais passaram a acreditar que ele era gamer profissional e figura pública.

A partida como prova

23savage contou que perguntou quanto tempo ainda levaria o procedimento, já que precisava treinar e competir. Um dos policiais tirou as algemas dele para que pudesse mostrar o que sabia fazer. O jogador abriu uma partida de Dota 2 com o herói Kez, com o detetive acompanhando.

Ele disse ter terminado com 32 kills, o que convenceu o oficial. As demais algemas foram retiradas, e ele pôde continuar jogando.

Os motivos da batida no bootcamp não são conhecidos. O relato é a versão do próprio jogador, publicada nas redes sociais, e não houve confirmação independente dos fatos narrados.

Na conta de prejuízos, 23savage ainda citou duas caixas de Nutella, que os policiais teriam comido durante a ação.

Fonte: Dexerto. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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