Duduhh, da LOS, diz que o Brasil não fica atrás em mecânica no Worlds 2026

Em entrevista ao Mais Esports, o ADC da campeã do CBLOL fala sobre descanso, picks inusitados como Tristana e a estreia contra a T1 na Fase Suíça.

Por Redação Capital Gamer · · 2 min de leitura
Jogador da LOS com camisa laranja da equipe NG.CASH, sorrindo e fazendo joinha em palco de evento de esports

Imagem: reprodução/Mais Esports

Duduhh, ADC da LOS, afirmou em entrevista ao Mais Esports, às vésperas da Fase Suíça do Worlds 2026, que o time brasileiro "não fica atrás" dos rivais em mecânica. Campeã do CBLOL, a LOS estreia no Mundial contra a T1, de Faker e Keria, atual tricampeã consecutiva do torneio.

Para o jogador, a vantagem do time vem de dois pontos: a união do elenco e a agressividade no começo das partidas, com lanes fortes e jogadores muito mecânicos. Ele disse que, quando o Brasil joga fora do país, costuma ter dificuldade para acompanhar o nível dos adversários. Na avaliação dele, a LOS não passa por isso.

Descanso e adaptação

Duduhh admitiu que chegou cansado à final do CBLOL e ao Relegation contra a KaBuM. Segundo ele, a estadia no Worlds ajudou a resetar o mental: joga bastante solo queue e gosta de estar em um lugar diferente do habitual. O técnico Ackermann já havia ligado a queda de desempenho recente ao cansaço.

Sobre a evolução desde a Esports World Cup, o ADC disse que o time está mais maduro, tanto por ter jogado no palco quanto pelo entendimento do jogo. O meta era outro naquela época, mas a equipe se adaptou, segundo ele.

Picks e meta

Duduhh é conhecido por jogar campeões fora do comum na solo queue. Ele atribui parte da abertura do meta ao formato Fearless, que cria brechas e respostas a picks fortes, como o Yasuo escolhido contra o Varus. Com a Tristana aparecendo nas ranqueadas dos jogadores do Worlds, ele disse que o pick pode surgir no main stage, mas não no jogo um. Em séries Fearless, MD3 ou MD5, a chance existe.

Estreia contra a T1

O jogador disse que a LOS não pretende montar nenhuma tática específica para a T1. A ideia é fazer o próprio jogo. Ele vê o time em bom momento, com treinos e resultados positivos, e não considera a diferença para a equipe de Faker tão grande.

Duduhh contou que já cruzou com a equipe da T1 no hotel, que fica no mesmo andar da LOS. Nunca falou com Faker e, segundo ele, talvez ficasse nervoso se falasse.

Sobre a meta no torneio, ele afirmou acreditar nas chances de avançar aos playoffs e disse que chegar lá já o deixaria satisfeito. Para ele, este primeiro ano no Tier 1 tem sido "meio mágico", com a EWC, o bootcamp na Coreia e o título do CBLOL.

Fonte: Mais Esports. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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