Capital Gamer

Início / Cultura Pop

Cultura Pop

Street Fighter: reboot de Kitao Sakurai divide opiniões na crítica da GamesRadar

Review do site elogia as cenas animadas e a comédia pastelão, mas aponta excesso de personagens, edição frenética e final abrupto no filme que estreia em 16 de outubro.

Redação Capital Gamer  ·  2 min de leitura
Dois personagens em um beco chuvoso à noite: um lança uma bola de energia azul e o outro, de kimono escuro, grita com os punhos cerrados

Imagem: reprodução/GamesRadar

O novo filme de Street Fighter, dirigido por Kitao Sakurai, recebeu uma crítica morna da GamesRadar. O texto, assinado por Jack Shepherd, define a produção como uma "miss" sobrecarregada, com edição acelerada, tom irregular e uma história que termina no meio. A estreia nos cinemas está marcada para 16 de outubro, e o filme tem 119 minutos de duração.

O review lembra que a Capcom vive um bom momento com Resident Evil: Requiem, Pragmata e Onimusha: The Way of the Sword, além do filme de Resident Evil dirigido por Zach Cregger, que o site vê como novo patamar para adaptações de games. Street Fighter, segundo a crítica, não chega a esse nível.

Muitos personagens, pouco espaço

A trama gira em torno de quatro protagonistas. Ken Masters é um ex-lutador respeitado que agora faz comercial de pilha e enfrenta ursos polares em lutas de novidade. Ryu, vivido por Andrew Koji, sumiu depois de falhar em proteger o mestre Gouken de Akuma, e carrega uma força sombria que aparece quando luta.

M. Bison, interpretado por David Dastmalchian, organiza um segundo torneio World Warrior para atrair Ryu e capturar seus poderes de "hado". Chun-Li, enviada por ele para recrutar lutadores, é na verdade uma agente infiltrada da Interpol. Dan Hibiki, agente e amigo de Ken, também ganha arco próprio.

O elenco ainda inclui Jason Momoa como Blanka, Cody Rhodes como Guile, 50 Cent como Balrog, Vidyut Jammwal como Dhalsim, Orville Peck como Vega, Rayna Vallandingham como Juli, Mel Jarnson como Cammy e Eric André como Don Sauvage. Para a GamesRadar, boa parte deles tem pouco mais do que o visto na tela de seleção de personagens.

Ação e humor

A crítica afirma que o ritmo de edição, comparado ao de um TikTok, não deixa as cenas respirarem. As lutas usam fios e CGI para recriar golpes dos jogos, mas muitas vezes parecem "janky", e os momentos de destaque são marcados com câmera lenta. Sem sangue, já que o filme mira um público jovem, não há distração para os movimentos mais desajeitados.

O filme funciona melhor como comédia, segundo o review, e Sakurai é descrito como um ótimo diretor de pastelão. O humor é de baixo calão, e a tolerância a ele define o quanto o espectador vai gostar. As sequências em animação, de tom mais sério e visual que lembra o anime clássico dos anos 90, são o ponto alto apontado pelo texto.

O maior problema, conclui a GamesRadar, é tentar encaixar o equivalente a três filmes em duas horas e encerrar no meio de uma cena, sem resolver o conflito principal. O Push Square também cobriu a notícia.

Ficha rápida

Lançamento
16 de outubro nos cinemas

Fonte: GamesRadar. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

Leia também